Melhores Formas de Investir

Dentro de cada tipo de investimento, seja na Renda Fixa, seja na Renda Variável, você encontra diversas opções de investimento para compor sua carteira. Dependendo do valor e do prazo que você deseja investir, existirão papéis que darão um ganho maior que outras, com mais ou menos riscos.

Várias são as opções que podem ser as mais vantajosas hoje, comparando-as com as taxas de inflação atuais, elas podem ser diferentes das opções que você pode ter lançado mão anteriormente.

Portanto aqui a dica é ver as opções em seu(s) banco(s) e corretora(s), e para tal todas essas instituições permitem fazer simulações por você mesmo. Muitas corretoras permitem que você faça simulações de investimentos sem ser cliente.

Evite ao máximo perguntar para seu gerente, peça ajuda para um consultor mais especializado. Mas lembre-se: é teu o dinheiro, portanto deve ser tua a decisão de onde investir.

Como Investir com Segurança

Para começar a investir você precisa, antes de tudo, refletir e entender alguns fatores. O primeiro deles é saber qual é a sua situação financeira. Se você possui dívidas – que com certeza tem altos juros -, o correto é pagar esses débitos primeiro. Dificilmente algum investimento te dará uma rentabilidade que consiga vencer os juros cobrados pelos bancos e financeiras.

Em segundo lugar, você precisa saber quanto pode investir a curto, médio e longo prazo. E em terceiro, saiba que é importante investir de acordo com os seus objetivos. Se por exemplo você quer viajar no final do ano, e já está poupando para isso, é melhor fazer aplicações de curto prazo do que deixar o dinheiro “parado” em sua conta corrente.

Ou você prefere abrir mão de 12 meses de rendimento? Por outro lado aplicações com prazos maiores não te darão o rendimento esperado nominalmente, se você sacá-lo antecipadamente.

Você também pode ter outros objetivos, como comprar uma casa ou um carro, abrir uma empresa ou se aposentar. Cada um deles pode e deve ser contemplado pelos seus investimentos. Então, faça um planejamento financeiro antes de começar a investir.

O mais importante de tudo é contar com uma reserva de emergência. Depois você deve priorizar os melhores investimentos de acordo com o seu perfil de investidor e objetivos.

De acordo com o que você possui disponível para investimento, recomendamos que haja uma diversificação da carteira de investimentos. A diversificação de seus investimentos, com diferentes posições estratégias, permite estar preparado para quase todos os tipos de acontecimentos no mercado. Como diz o ditado “nunca se deve colocar todos os ovos na mesma cesta”. Essa expressão diz que é muito arriscado alocar todo o seu capital em um ou dois ativos. Afinal, eles podem ter riscos muito similares.

O melhor caminho é dividir o patrimônio em diferentes aplicações, desde que elas estejam expostas a diferentes riscos. Assim, mesmo que um ou outro investimento não rendam como o esperado, ou pior possam ter rendimento negativo, os demais com certeza compensarão algumas das perdas.

Tipos de Investimento

Há dois tipos de investimento que podem ser feitos: Renda Fixa e Renda Variável

O ciclo da construção de um patrimônio até que é simples. Você tem três etapas, que devem ser repetidas o tempo todo, se você quiser garantir5 uma economia saudável:

Ganhar – Poupar – Investir

Se você ainda não consegue poupar parte de seus ganhos, então precisa repensar sua vida econômica primeiro. Aumentar seus ganhos (não a coisa mais fácil do mundo) e depois cortar alguns gastos menos prioritários, e poupar dinheiro cortando alguns itens menos importantes.

Você pode tentar escalar seus ganhos, seja fazendo horas extras, fazendo algumas tarefas nas suas possíveis horas livres, buscando promoções, ou colocando sua família para fazer atividades que rendam dinheiro.

Muitas vezes queremos ficar ricos investindo da noite para o dia, mas o que realmente vai acelerar o seu crescimento não é 1% a mais de rentabilidade, e sim os 25% a mais que você pode ganhar ou 25% a mais que consegue poupar a cada mês.

A segunda etapa do ciclo é vital para ter uma vida saudável: não adianta nada ganhar R$ 10.000 todo mês se você for gastar R$ 11.000. Nesse caso, uma pessoa que ganha R$ 2.000 e poupa R$ 500 mensalmente pode acabar mais rica que você.

Depois de garantir essas duas etapas e conseguir fazer sobrar algum dinheiro por mês, você deve aprende como e onde investir o seu dinheiro. A primeira lição que você deve compreender são os tipos de investimento existentes. E são dois.

Renda Fixa

A primeira opção de como aplicar dinheiro para render mais é a mais conservadora delas.

A renda fixa pode ser usada para criar um colchão de liquidez (uma reserva para emergências equivalente a pelo menos 6 meses de gastos da sua família). Um dos melhores investimentos para isso é o Tesouro Selic (um dos títulos do Tesouro Direto, que é mais rentável e ágil do que a poupança, mas tão seguro quanto).

A principal característica da renda fixa é o fato do seu rendimento ser bastante previsível. No momento da compra do ativo, normalmente você já sabe como vai ser o comportamento do rendimento. Ele provavelmente não vai oscilar de uma forma inesperada.

Assim, os ativos de renda fixa normalmente são atrelados a quatro indicadores:

  • CDI (Certificado de Depósito Interbancário – equivalente à Selic)
  • Taxa Selic (taxa básica de juros)
  • IPCA (taxa da inflação, normalmente utilizada em ativos de longo prazo)
  • Taxa prefixada (uma taxa de juros que é fixada no momento da compra e não muda)

A renda fixa é baseada em títulos de dívida. Um emissor cria títulos para captar dinheiro e devolvê-lo com uma certa rentabilidade depois de um período de tempo determinado. Funciona exatamente como quando você pega um empréstimo do banco. A diferença é que essa dessa vez quem pega emprestado são os próprios bancos, financeiras, Tesouro Nacional e empresas.

» Confira os principais investimentos da Renda Fixa:

InvestimentoEmissor
CDBBancos
LCI e LCA (Letra de Crédito Imobiliária ou do Agronegócio)Bancos
LC (Letra de Câmbio)Financeiras
Debêntures Empresas
Tesouro DiretoTesouro Nacional
CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio)Instituições securitizadoras
CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários)Instituições securitizadoras

Como em todo tipo de negócio, até mesmo fora do mercado financeiro, quanto mais risco um investimento tiver, mais lucro ele pode trazer (assim como mais prejuízo podem acontecer).

E quanto mais seguro e garantido for o retorno, menor será a sua lucratividade. Mesmo assim, é mais recomendado que você comece os seus investimentos pela renda fixa e, principalmente, nas aplicações com riscos baixos ou, no máximo, médios. 

Depois de construir uma boa reserva financeira em renda fixa, você pode arriscar um pouco mais no segundo tipo de investimento.

Renda Variável

A renda variável tem como principal característica possuir um rendimento que pode oscilar bastante. Podendo ser negativo em um mês e positivo em outro. Nos investimentos, quando uma ativo está sujeito a oscilações, falamos que ele possui maior risco.

O risco consiste no dinheiro, ao invés de valorizar, perder valor. Ou então de não ter uma performance segundo o indicador de referência. Essa característica é com que faz a maioria dos pequenos investidores ficar nervoso com as oscilações para baixo, e se precipitando e resgatando o investimento feito, o que significa uma perda de capital.

Aqui a ideia a ser entendida e executada, é de não se precipitar e sair nas baixas. Em muitos casos o mais correto é fazer o contrário: comprar mais desse papel. Mas você deve se precaver, conhecendo mais profundamente o que está acontecendo com seu investimento.

Então, independente do seu gosto ao risco, apenas invista em renda variável se você tiver certeza que não vai precisar do seu dinheiro nos próximos dois anos (pelo menos).

Você pode investir em diversos tipos de mercados e ativos em renda variável:

  • Fundos multimercado (mescla ativos de renda fixa e variável)
  • Fundos de ações (foca em ativos da BM&FBOVESPA)
  • Ações
  • ETFs (índices como o Ibovespa)
  • COE
  • Opções
  • Contratos futuros
  • Mini contratos

Os fundos de investimento são ótimas opções para você que não tem tempo para gerir o seu investimento em renda variável todos os dias.

Eles funcionam como um condomínio: você paga uma taxa e uma empresa profissional cuida da gestão de ativos de acordo com um prospecto e resumo sobre a estratégia da gestora do fundo.

Também é possível investir em ações seguindo as recomendações dos melhores analistas de sua corretora ou naco. Para isso, basta se tornar um cliente para checar as carteiras recomendadas.

Como fazer meu dinheiro render mais?

Essa é a pergunta que todos fazem, principalmente quando ainda estão começando, ou querendo começar, a investir.

A verdade é que saber como aplicar seu dinheiro é essencial para garantir o crescimento do seu patrimônio, mas isso nem sempre significa que você deva buscar a maior rentabilidade possível. Afinal, quanto maior a rentabilidade de um investimento, tenha certeza que maior tende a ser o risco atrelado a ele.

Isso pode ser bom caso você tenha um perfil de investidor agressivo, mas pode trazer desconforto com oscilações do seu capital caso você seja moderado ou conservador. Por isso, você deve se tornar um investidor consciente. Buscar conhecimento para aplicar dinheiro e conhecer o seu perfil é a forma mais segura de investir.

Então, se você quer aprender a ser rico, o primeiro passo é descobrir como investir o seu dinheiro de forma consciente, segura e rentável.

Fique atento às dicas e exemplos para saber a melhor forma e onde aplicar seu capital para se dar bem. Você vai:

  • Conhecer os Tipos de Investimento Existentes
  • Saber a Resposta Para “Como Investir Meu Dinheiro Para Render Mais Com Segurança?”
  • Entender Qual é a Melhor Forma de Investir Dinheiro Hoje – Simulações
  • Saber Como Ter a Segurança da Renda Fixa Com o Ganho da Renda Variável
  • Descobrir o Seu Perfil de Investidor

Confira as respostas clicando nos botões abaixo:

Glicose no Sangue

A glicose é a principal fonte de energia para o nosso corpo, e ponto! Portanto ela não é, em si, um sinal de algum problema ou doença.

Parte I: Como o Corpo trabalha o Controle da Glicose

Mais especificamente a glicose é uma forma de açúcar que nosso corpo pode absorver, após quebrar em pequenas partículas microscópicas o alimento que ingerimos, no processo digestivo normal.

Os níveis de glicose no sangue variam ao longo de cada dia, sendo em geral mais baixos após longos períodos de jejum ou sono, e mais altos após as refeições, principalmente após o almoço e a janta, mas também se elevam após café da manhã e lanches.

Nosso pâncreas sente quando o nível de glicose sobe e isso faz com ele – o pâncreas – libere um hormônio chamado de insulina. Basicamente a insulina baixa os níveis de glicose no corpo e atua como uma chave que permite a entrada da glicose nas células de nosso corpo.

Como escrito acima, os níveis de glicose no sangue variam naturalmente, mas existem valores de referência que indicam estamos dentro de um intervalo saudável. Existe, estabelecido pelos médicos um nível de alta taxa de glicose e também outro de baixa taxa. Ambos indicam problemas, e devem nos servir de alerta para que busquemos orientação médica.

Parte II: Porque se Preocupar com isso?

Ao conhecer seus níveis de glicose no sangue ao longo do tempo, podemos compreender melhor o risco de ter diabetes ou, caso já a tenhamos, administrá-la e controlá-la melhor.

Isso é muito importante pois a diabetes é uma das principais causas de morte prematura no mundo, e o número de pessoas afetadas por ela está aumentando continuamente, por diversas causas.

Os níveis elevados de açúcar podem causar danos aos vasos sanguíneos e outras partes do corpo. Portanto as pessoas diabéticas correm um risco maior de ter problemas de saúde mais sérios, como ataques cardíacos, infartes, perda de visão e falhas ou insuficiência renal.

Os diabéticos apresentam um sistema imunológico mais fraco, com mais propensão à infecções, problemas de circulação nos membros inferiores, além de maior possibilidade de danos nos nervos.

Parte III: Como Medir a Glicose no Sangue

Duas são as principais maneiras de se medir a taxa de glicose no sangue – a glicemia. A mais exata é o exame de sangue, mas a mais comum são as tiras dos medidores de glicemia pessoais.

As tiras permitem um conforto e uma gama de medições maiores, permitindo que você mesmo faça suas medições, nas horas ou momentos que seu médico recomendar. Esse tipo de aparelho, vendido nas farmácias, permite que você tenha acesso fácil ao seu histórico de medições. Muito prático para você mesmo acompanhar e colocar os dados corretos nas mãos de um especialista.

As medições são em geral feitas em jejum, na hora de levantar, quando você terá pelo menos 8 horas sem nenhuma alimentação que possa interferir nos resultados.

Para que esteja em pré-diabete uma medição de controle a cada semana pode ser mais do que suficiente, já para quem tem a diabetes tipo 2 uma vez a cada dia é a melhor recomendação. Entretanto para aqueles que tenham a diabetes tipo 1, recomenda-se medir mais de uma vez ao dia.

Confira com o seu médico qual é a recomendação ideal para você.

Parte IV: Quais são os Tipos de Diabetes

Normalmente os médicos classificam as pessoas com glicose elevada em um das quatro categorias abaixo:

  • Pré-diabetes: quando os níveis de açúcar no sangue estão mais altos que o normal, mas não altos o suficiente para ser considerada uma diabetes
    (sem mudanças na alimentação e exercícios, tanto adultos quanto crianças nesta situação podem evoluir para a diabetes tipo 2)
  • Diabetes tipo 2: esse é o tipo mais comum e ocorre quando o corpo consegue ainda produzir insulina, mas a utiliza de forma deficiente. Embora a diabetes tipo 2 em geral se desenvolva em pessoas com mais de 45 anos de idade, eventualmente se manifesta também em idades menores. O risco de diabetes tipo 2 é maior para pessoas acima dos 45 anos, que tenham sobrepeso, sedentárias ou com histórico familiar. O risco também aumenta caso a pessoas tenha tido diabetes gestacional (um outro tipo de diabetes, menos comum)
  • Diabetes tipo 1: representa apenas 10% de todos os casos de diabetes, e embora seja a forma mais comum de diabetes em crianças, pode ocorrer em qualquer idade. Ela aparece quando o sistema imunológico da pessoa destrói as células do pâncreas que produzem a insulina. A perda da capacidade de produzir a insulina aumenta os níveis de glicose no sangue persistentemente. Este tipo de diabetes tem como consequência a necessidade de repor a insulina diretamente no corpo.
  • Diabetes Gestacional: está é uma condição que afeta algumas mulheres durante a gravidez, sendo uma condição temporária. É causada pela ação de hormônios presentes durante a gravidez, que alteram a forma como o corpo é capaz de usar a insulina, causando níveis elevados de glicose.

Parte V: Como Administrar os Níveis de Glicose no Sangue

Para a maioria das pessoas com algum tipo de diabetes (exceto a pré-diabetes) o uso de remédios ou mesmo insulina será necessário para regular os níveis de glicose no sangue, o que sempre requer acompanhamento médico.

Para todos ter uma alimentação mais saudável e equilibrada, praticar exercícios – mesmo que moderados – e eliminar completamente o tabaco, é o que vai manter a redução das taxas de glicose no sangue de forma mais efetiva e permanente.

A base de uma dieta considerada saudável passa por comer frutas, legumes, verduras, grãos integrais, ao mesmo tempo que se evita uma ingestão maior de açúcar, de forma direta, através de bebidas mais doces ou de uma maior ingestão de carboidratos (pão, massas, biscoitos).

A maneira de preparar a comida também influencia, e bastante. Grelhar ou assar é sempre mais saudável que fritar. Além disso tanto os horários das refeições quanto as quantidades ingeridas, são tão importantes quanto o que você come. Seu médico – ou um Nutricionista por ele indicado – pode indicar um padrão adequado para cada pessoa.

Os exercícios farão um papel preponderante para que você mantenha em níveis adequados suas taxas de glicose no sangue, de forma permanente, e até se reduza o volume de remédios que precisarão ser tomados por toda a vida(*)

Converse com seu médico para saber se você está saudável o suficiente antes de começar a fazer exercícios pela primeira vez. Em caso positivo a maioria dos médicos determinará uma rotina de exercícios entre 20 a 30 minutos diários – se possível ao longo dos 7 dias da semana – com atividade moderada (lembre-se: você está precisando viver melhor, não se tornar um atleta profissional). Isso inclui caminhadas rápidas ou uso de esteira e/ou bicicleta, tarefas domésticas, subir de escadas e não de elevador, levantar para pegar um copo de água num bebedor mais distante – e não trazer uma garrafa cheia de água.

(*) note bem: a diabetes não tem cura, mas pode ser controlada e em alguns casos até mesmo não mais precisar usar remédios específicos, com uma alimentação mais saudável, e uma rotina diária de exercícios; lembrando que só no Brasil ela atingem cerca de 17 milhões de pessoas.

Quer saber mais sobre as pseudo-curas da diabetes? então clique aqui

Valores de Controle da Glicemia:

Valor da Glicemia Indicação
menor que 70 mg/dLhipoglicemia
entre 70 e 99 mg/dLnormal
entre 100 e 125 mg/dLpré-diabetes
acima de 126 mg/dLdiabetes

Caminhar: simples e eficaz

Se para você praticar alguma atividade física é sinônimo de um treino chato, se para você falta tempo, está sempre sentindo um cansaço e até se preocupa com gasto de dinheiro para fazer uma atividade física, pode ir pensando em uma outra desculpa para não colocar o corpo em movimento.

A caminhada é uma alternativa simples e de baixo custo. Você pode caminhar, praticamente, a qualquer hora e lugar, seja sozinho ou em grupo. No final das contas, você contribuirá para manter o seu peso adequado e melhorar o seu estado de saúde.

Por falar nesses benefícios, a caminhada é um exemplo de atividade aeróbica que melhora o condicionamento físico e ajuda na função cardiovascular. Ela, ainda, tem a capacidade de reduzir a pressão arterial, os níveis de colesterol e atua na prevenção de algumas doenças crônicas não transmissíveis.

Vale lembrar que as atividades aeróbicas têm a capacidade comprovada de prevenir osteoporose, doenças cardíacas, vários tipos de câncer além de distúrbios do sono.

Mas os benefícios ainda não acabaram. Sob o aspecto emocional, ela é uma ótima opção para aliviar o estresse e os sintomas da ansiedade.  Em resumo, a caminhada te proporciona um hábito de vida mais saudável.

E como nosso objetivo é impedir que você desista, aqui vão algumas técnicas para te fazer caminhar mais. Você nem vai perceber que está praticando uma atividade física. Olha só:

1 – Faça mais coisas a pé

Os compromissos do nosso dia a dia podem ser perfeitos aliados para manter o corpo em movimento. Se aquele parente mora perto, que tal ir até a casa dele caminhando ao invés de pegar o carro?

Existem ainda outras possibilidades, como: passear com o cachorro, ir andando até a escola do seu filho para buscá-lo, ir ao supermercado a pé ou qualquer outro trajeto curto que dispense o carro. Até mesmo usar o banheiro mais distante ou em outro andar no trabalho e substituir, em alguns momentos, o elevador pela escada!

Até mesmo não usar garrafas de água em sua mesa do trabalho, para beber durante o dia. Levante-se e vá até o bebedouro mais distante, e beba um copo de água. Você une o útil – hidratar seu corpo naturalmente – ao agradável – caminhar alguns bons metros a cada vez.

2 – Estacione o carro longe do trabalho

No mesmo sentido da dica anterior, a ideia é incluir a atividade na sua rotina. Você não precisa estacionar na porta do seu trabalho, basta parar à um ou dois quarteirões de distância. Já parou para pensar nos benefícios que essa pequena mudança pode te trazer a longo prazo?

Se você não tem carro, pode escolher descer uma ou duas paradas ou estações antes da sua. Assim, você também se obriga a andar um pouco e já garante o primeiro movimento do dia. Nesse caso é importante apenas estar atento à segurança, como andar em locais iluminados e movimentados.

3 – Caminhe enquanto conversa

É muito prazeroso chamar alguém para dar uma caminhada e colocar o papo em dia. Essa alternativa é super válida, mas nem sempre parece viável. Acontece que você não precisa esperar sua agenda encaixar com a de alguém. Pega o telefone e faz uma ligação!

Enquanto a conversa se desenrola, você vai estar caminhando. Com certeza nem vai dar para sentir o tempo passar. Além disso, já pensou em como seria legal surpreender alguém que você gosta com alguns minutos de conversa?

4 – Crie playlists animadas e ouça aquilo que te motive

Uma outra tática para deixar sua atividade mais empolgante é ouvir música. Você pode até estabelecer uma quantidade específica de faixas na playlist para delimitar quando começa e termina sua caminhada.

Isso sem contar que não há nada mais motivador que uma boa música! Podcasts e rádios, disponíveis em vários aplicativos gratuitos e sites, também podem ser grandes aliados no percurso. Lembrando da importância de não exceder o volume do som, para não prejudicar sua saúde auditiva.

5 – Faça um calendário da sua evolução

Você pode estabelecer metas diárias, semanais ou mensais e, ao final de cada uma, ir anotando todo dia no calendário. Inicialmente, a proposta pode ser de se movimentar apenas 20 minutos por dia e depois ir aumentando.

Com o tempo, o seu corpo se acostuma com aquela atividade e ela passa a ser um hábito. Lembra daquelas anotações? Elas vão mostrar de forma concreta a sua evolução. Isso aumenta ainda mais a motivação para não parar.

Mas lembre-se:

Respeitar seu ritmo é tão importante quanto a prática da atividade física.  É preciso ser realista quanto aos seus limites e desejos. Não vale querer copiar ao pé da letra aquilo que você viu nas redes sociais ou algum amigo fazendo, por exemplo.

Cada pessoa possui limitações físicas, disposição, disponibilidade, objetivos e motivações diferentes. Tentar se comparar ou fazer algo que não se encaixa na sua realidade só vai servir para te desmotivar e, claro, prejudicar a longo prazo.

Vale reforçar, também, que um profissional da saúde deve ser consultado antes de iniciar qualquer atividade física, principalmente se existem fatores de risco associados, como lesões ostearticulares e doenças como a hipertensão arterial, diabetes e problemas cardíacos. Sem esquecer, claro, da hidratação e uso de roupas e calçados adequados.

Você pode encontrar auxílio e orientação desses profissionais no Sistema Único de Saúde (SUS), procurando por uma das Unidades Básicas de Saúde ou nos polos do Programa Academia da Saúde.