Seu Perfil de Investidor

Antes de investir, é importante que você conheça o seu próprio perfil de investidor, na verdade, a sua verdadeira tolerância a correr riscos. Você pode ser conservador, moderado ou arrojado (também chamado de agressivo).

Em qualquer banco ou corretora, ao criar sua conta, você responde a algumas perguntas e rapidamente já fica sabendo qual é mais o feitio de seu perfil de investidor. Nesse tipo de questionário você responderá perguntas relativas a sua situação financeira (renda e patrimônio), conhecimento do mercado, idade e objetivos.

Veja as principais características de cada perfil de investidor:

Conservador: Um investidor conservador tem como prioridade a segurança do seu capital. Então, ao diversificar os seus investimentos, ele prefere opções de baixo risco. A principal característica do conservador é preservar o seu patrimônio. Dessa forma, esse tipo de investidor opta por ativos que oscilam pouco e que apresentam baixo risco de prejuízo.

Moderado: Já o investidor moderado, que também gosta de segurança, tem um certo nível de tolerância a riscos de longo prazo. Então, ele investe em opções um pouco mais arriscadas (médio risco) dependendo da situação.

Arrojado: Um investidor arrojado – ou agressivo – sabe lidar com perdas de curto prazo e entende que elas são necessárias para que ele consiga aproveitar lucros mais altos a médio e longo prazo.

Normalmente, este tipo de investidor procura crescer o seu patrimônio para cumprir seus objetivos, como a aposentadoria, por exemplo. Mesmo sendo arrojado, é fundamental que esse tipo de investidor também possua uma reserva de emergência para situações corriqueiras, que possam surgir de forma inesperada em seu dia-a-dia.

3 Erros Comuns a se Evitar ao Investir Dinheiro

É muito comum cometer erros com o dinheiro. A grande verdade é que muitas pessoas ainda não têm uma mentalidade financeira saudável. Elas gastam mais do que ganham, guardam dinheiro na conta-corrente e cometem muitos outros erros que diminuem o capital e adiam uma vida financeira mais tranquila e rica.

Por isso, o primeiro passo para uma vida mais rica é saber investir. Atenção à lista de erros abaixo, que vários iniciantes acabam cometendo ao aplicar seu dinheiro pela primeira vez.

Erro #1 – Aplicar na Poupança
Esse é o erro financeiro mais comum entre os brasileiros. Isso é comprovado por pesquisas. Hoje, a caderneta de poupança ainda é o investimento mais popular do Brasil. A poupança perde em rendimento para praticamente todos os investimentos de renda fixa do mercado.

Além disso, ela possui menos liquidez do que o Tesouro Selic, que pode ser resgatado a qualquer momento sem perda de rentabilidade, o que não acontece com a poupança, que tem rentabilidade mensal. Na poupança você consegue resgatar seu capital à qualquer momento, mas perde todo o rendimento se sacar antes dos 30 dias da data de aniversário.

Então, se você tem dinheiro parado na poupança, comece a investir na LCA ou LCI, ou no Tesouro Selic, que são tão seguros quanto a poupança.

Erro #2 – Focar apenas no rendimento
O erro que muitos investidores cometem é tentar sempre obter o máximo de rentabilidade o tempo todo. No entanto, eles não estão dispostos a oscilações de curto prazo. Assim, quando o mercado está em baixa, eles não conseguem esperar que a tendência mude. Então, vendem os títulos e realizam um prejuízo.

Essa é uma lei dos investimentos. Quanto mais rentabilidade um investimento pode trazer, mais risco está envolvido.

O correto, ao investir, é diversificar suas aplicações de acordo com os seus objetivos, respeitando o seu perfil de investidor. Você precisa ser equilibrado, mesclando investimentos agressivos e conservadores, de curto, médio e longo prazo.

Erro #3 – Investir apenas uma vez
É comum que as pessoas só invistam uma vez ou outra. Elas esperam sobrar dinheiro para então investir. Isso é um erro porque a tendência do dinheiro é não sobrar (com certeza isso parece até uma lei divina).

Por isso, você deve fazer um planejamento financeiro completo a cada ano. É importante que você calcule bem seus custos fixos, variáveis e consiga separar pelo menos 5% (ou quem sabe 10%) dos seus ganhos para investir todos os meses. Dessa forma, você terá um hábito que, no longo prazo, tornará você mais independente financeiramente falando.

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